Empresa individual

O que eu gostaria de ter sabido aos 20 anos como empreendedor

Publicado por Marilvia Oliveira em 19/09/2013 às 21h56

Existe um livro conhecido que tem um título similar a este post - O que eu gostaria de ter sabido aos 20, de Tina Seelig - Diretora Executiva da Stanford para o programaTechnology Ventures. Se você entrar na internet e pesquisar "o que eu gostaria de ter sabido aos 20 anos", vai ficar impressionado em ver tanta gente falando disso. Quando se fala de empreendedorismo jovem, estes conselhos são ainda mais importantes pois o jovem tem duplo desafio ao se propor a empreender: aprender sobre a vida e aprender sobre negócios.

Selecionei alguns conselhos desta pesquisa, e fiz pequenas mudanças, contribuindo para sua reflexão sobre o tema. A juventude é um momento de ouro em nossa vida. Temos o máximo de energia, muita vontade e o desejo do mundo. Tempere com esta sabedoria espalhada pela rede, se a sua intenção for trilhar o caminho do empreendedorismo.

1 – Compre poucas coisas. Quando você pensar em surtar, comprando, compre conhecimento e experiências, em vez disso.

2 – Não acumule dívidas para coisas não essenciais mesmo que sejam pequenos valores – conta do celular, conta da tv a cabo, carro novo a cada 3 anos e assim por diate. Mantenha um orçamento pessoal simples para juntar dinheiro para formar seu primeiro milhão ou o capital inicial de um pequeno negócio.

3 – Viva experiências de valor. Divertir-se indo a baladas toda semana não vale o mesmo que juntar os 100 ou 150 reais da balada toda semana e ir viajar por um país latino-americano ou outro de sua escolha, mesmo que seja de mochila nas costas.

4 – Amor não é magia, é escolha. Prefira uma pessoa que realmente acrescente em sua vida do que uma pessoa que lhe traga, muito cedo, responsabilidades, tolha seus movimentos, faça você perder as amizades e mesmo perder seus estudos. Se não encontrar uma pessoa positiva, fique este tempo sozinho. Até os 28 anos, você deveria estar investindo em sua fortuna e não em um(a) companheiro(a).

5 – Busque sua graduação em algum curso superior. Se largar o empreendedorismo, isto vai ser essencial em sua carreira. E se continuar no empreendedorismo, vai ser essencial para quando você fizer sucesso e for para a mídia, e para administrar seus negócios com a cabeça bem formada.

6 – Ter 20 anos não tem a ver com dinheiro mas, sim, com criar relacionamentos. Construa relacionamentos e não se concentre em valores. Não fique grudado naqueles cinco amigos que não lhe dão chance de conhecer gente ou ir para frente. A cada semana, tente conhecer alguém novo, alguém mais velho, alguém mais sábio. Tenha certeza de que cada segundo de seu sucesso aos trinta virá de seu relacionamento, criado aos vinte.

7 – Seus vinte não tem a ver com chegar lá no topo. É a fase de experimentar, errar e acertar, é o momento de escrever sua vida a lápis. Os vinte não tem a ver com perfeição mas com um processo.

8 – Tente um monte de coisas e mantenha o que funciona. Tome decisões de risco e esteja disposto a falhar. Se você não está falhando, você não está correndo riscos o suficiente.

9 – Nunca perca a oportunidade de ser fantástico no que você faz. Se você não der o melhor de si agora, quando isto acontecerá?

10 – Você não deve ficar esperando que o celebrem. Faça seu próprio cartão de visita. Não espere que outros venham dizer que você está pronto para o próximo nível. Empreendedores não esperam que outros o capacitem, eles mesmos se capacitam.

Fontes: Allgroanup, Marcandangel, Tina Seelig

Obs. Se você tiver um segundo tempo, para este post, use-o para ver o vídeo abaixo, de Bel Pesce, uma jovem que colocou muitos destes conselhos em sua vida prática.

Entrevista Bel Pesce

Imagem: Glamour Paris

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O anjo só chegará se você rezar a oração do Business Plan

Publicado por Marílvia Oliveira em 06/08/2013 às 16h44

Organizações como Endeavor, eventos como o 1º Congresso Anjos do Brasil, no início de julho, e outras tantas iniciativas similares mostram que o empreendedorismo do brasileiro começa a ser chamado para o amadurecimento.

Estes painéis e as várias publicações informam sobre quais são os grandes players quando o negócio é abertura de novas empresas e como agir para ser visto por eles. Nesta linha, destaca-se a pesquisa da Anjos do Brasil (ligada a Startupi), que mostra que metade dos “anjos” -  investidores que apostam em novas empresas - é formado por empresários, e na outra metade, a maior parte é de executivos. Ou seja, aqueles que lidam com os negócios estão interessados em novos investimentos. Sinal de que estão verificando a força e o potencial do Brasil para os novos negócios. E este pessoal não observa lá para frente, em geral, eles decidem com base no que vivenciam no dia-a-dia. Eles sabem onde a atividade empresarial está sendo requerida e as oportunidades concretas que existem.

O artigo da última Exame traz na capa a pergunta: Nunca Seremos Ricos? Da mesma forma, gente que tem a garra para iniciar um negócio e procura para lá e para cá, acaba desanimado, pensando: Nunca conseguirei montar empresaTanta gente querendo investir em novos negócios e eu não consigo transformar isso em algo concreto para que eu implante meu negócio. ..

Existem vários aspectos ligados ao empreendedorismo que poderiam ser amplamente discutidos para tratar a questão. Em outros posts, voltaremos a isto. Mas neste momento a questão a ser abordada, que é a que mais afasta os investidores de negócios potenciais, é o fato de não existir um Business Plan ou um Estudo de Viabilidade. As pessoas falam com propriedade sobre a oportunidade do negócio, sobre valores globais necessários, sobre contatos já feitos com clientes etc. Mas não conseguem colocar no papel, com base em números, um raciocínio claro onde todas estas variáveis são quantificadas e entram em relação entre si, dentro de um foco estratégico de negócios - um business plan.

Some-se a isto o fato de que os vários investidores, além dos bancos comerciais e de desenvolvimento,  terem seus próprios modelos de estudos e business plan, exigindo jogo de cintura e rápida acomodação aos objetivos definidos.

Este post está sendo escrito não para constatar o que todos sabem sobre esta dificuldade toda. Nosso intuito é lembrar que estamos ainda na curva ascendente, inicial, de alinhamento entre investidores e empreendedores, e que temos muito chão para caminhar. É importante que o empreendedor não desanime, não sinta que é sua culpa, e que continue lutando pois, com o tempo, as parcerias amadurecem, os apoios surgem e os investidores chegam à sua frente. O relevante é se sentir seguro e continuar determinado na direção de seu sonho.

Imagem: © Ruediger Trebels/ImageZoo/Corbis

Ler também: Criar site e blog

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Chegando Steve Jobs!

Publicado em 16/07/2013 às 22h10

Para falar de empreendedorismo que salta do século XX para o século XXI, nada como falar de Steve Jobs.

Seu filme vem vindo. Agosto 2013!

Muitos o adoram e muitos o odeiam mas ninguém pode negar que ele foi empreendedor, tomou a dianteira de situações e conseguiu mudar o mundo, em sua área. Como ele diz, as pessoas tem que ser loucas o suficiente para quererem mudar o mundo.

Interessante que o trailer de seu filme também saiu no Instagram. Inovador!

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Por que, ao abrir empresa, não crescemos além de um ponto?

Publicado por Marilvia Oliveira em 08/07/2013 às 12h33

Fernando Albrecht, jornalista gaúcho que admiro muito e sempre cito, pela visão pragmática que tem de nosso país, comenta hoje que o Estado anda a passos lentos: “somos um Estado 50%”. E para completar, diz que vai entrar em terreno pantanoso, e larga lá:

E agora vou entrar num terreno pantanoso. Além de todos os problemas de um Estado lento e burocratizado ao extremo, faltam-nos empreendedores. É um problema nacional, mas aqui é mais agudo. Podem até dizer que o Estado dificulta investimentos, mas a vocação empreendedora passa por cima disso. É algo bem nosso, vamos bem até um certo ponto e depois estacamos.

 O que eu quero dizer é que, se a lojinha está dando dinheirinho, por que virar shopping center, não é mesmo?

Sempre observei na consultoria este ponto de estagnação. Com muita facilidade, eu desenhava a dinamização de vendas de uma empresa, projetando, como mínimo, um crescimento em quatro vezes os números que encontrava historicamente. E por que podia afiançar isto? Porque não temos empreendedorismo? Claro que temos.

Brasileiros vão para o exterior e trazem coisas incríveis, de que nunca se ouviu falar por aqui, e empreendem. Iniciam negócios em terras onde mal há canais de distribuição. Apostam desde no mercado mais simples até no mais luxuoso. Enfim, empreendedorismo não nos falta.  Outro dia me falaram de um empreendedor que só quer criar shopping em favela. Por isso somos aclamados mundialmente como um país de empreendedores. Abrir empresa é o nosso esporte favorito e o sonho de todo jovem.

Mas, falta-nos a consciência da função comercial. Temos um empreendedorismo ainda calcado no modelo de produção. Quando muito se desenvolve a função administrativa. Mas a função comercial é tratada como prima pobre. A função produtiva é o Jaguar. A função administrativa é o Audi. E a função comercial é uma carroça - às vezes até bem arrumadinha, mas ainda carroça.

Colocam pessoas para vender, muitas vezes sem apoio salarial, só com comissão e uma ajuda de custo e deixam ao Deus dará. Quando a função comercial evolui um pouquinho, compram computadores e criam a administração de vendas mas é mais para apoiar a relação com a produção do que para pesquisar mercado, criar relatórios inteligentes para orientar políticas e estratégias comerciais e monitorar o potencial dos clientes. Quando treinam a equipe comercial, dão fins de semana em hotéis sofisticados, contratando mágicos e palestrantes de show em vez de fazerem encontros técnicos. Enfim, tantos erros na abordagem desta nossa prima pobre.

Eu diria, Fernando Albrecht que, infelizmente, rodamos, grande número de vezes, também, na iniciativa privada, com a função comercial a 50%. Este é o problema do nosso empreendedor.

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Nossa missão: o empreendedorismo individual

Publicado por Marilvia Oliveira em 24/06/2013 às 09h05

Algumas pessoas entram neste blog esperando ler algo sobre contabilidade da empresa individual ou da microempresa individual. Sobre isso, há inúmeros blogs, e muito bons, que ensinam sobre o registro destes tipos de empresa, os passos para sua extinção e assim por diante. Este objetivo é meritório e relevante mas não é nossa missão.

Hoje, reduzimos a descrição do "quem somos" para inserir um espaço com "nossa missão". Desta forma, fica bem claro a que nos propomos.

Em primeiro lugar, nos propomos a transmitir informação sobre a gestão da empresa que nasce, quer seja gestão da empresa familiar, ou de uma empresa de sócios não relacionados. O foco maior de nosso trabalho é o mercado, a área comercial, os líderes da empresa e suas estratégias. Marketing digital faz parte de nossos temas prioritários pois está acontecendo agora, é a arma do momento e o empresário, com poucos recursos para marketing e comunicação, não pode deixar de usá-lo.

Em segundo lugar, temos uma preocupação essencial em estimular o esforço empreendedor e, particularmente, o empreendedorismo individual pois é uma tendência tão marcante - tanto que até a figura jurídica da empresa individual veio em sua direção.

Particularmente, acreditamos que o mundo se transformará em um espaço mais alegre, mais divertido, mais social, se estimularmos o empreendedor individual - quer ele esteja sozinho em uma Eireli ou MEI quer ele seja sócio de uma limitada. Realizados em sua dignidade e criatividade empreendedora, os empreendedores individuais podem dar nova cor ao nosso planeta, pois se sentirão de novo responsáveis pela vida.

Nossa missão

Criar conteúdo interessante que estimule o empreendedor individual a abrir e desenvolver sua empresa, e o instigue a usar plenamente seus recursos humanos, digitais e de mercado.

Você, que dirige uma empresa ou está abrindo uma empresa, reflita sobre o que é a sua missão. Vai ver que sentirá, na sua missão, um norte, que o apoiará em cada momento de decisão, e lhe facilitará as escolhas do dia-a-dia. Outro ganho importante: clareza e foco para suas ações e transparência para o seu mercado.

Categoria: Abrir Empresa, EIRELI / MEI, Empreendedorismo, Empresa familiar, Empresa individual
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Seu nome: um ativo que pode valor ouro

Publicado por Marílvia Oliveira em 10/06/2013 às 09h44

Certa vez enfrentei uma consultoria da área financeira porque estavam avaliando uma empresa, onde eu era consultora, e que era líder em seu setor. Não davam grande valor para sua marca. Foi uma discussão dura mas venci e a marca passou a ser avaliada para cima.

A marca é algo que, quando bem construída, pode superar o valor do patrimônio e até a perspectiva de futuro de  uma empresa. Quero dizer que, se a empresa for comprada, não se sabe se manterá a mesma qualidade, pois isso depende também de seres humanos e não só de máquinas. Mas a marca continuará da mesma forma, efetiva em seu relacionamento com o seu público.

Se você não tem prestado muito atenção à sua marca, e ninguém a conhece, pense em reformulá-la ou fortalecê-la. Se ela tiver sido bem pensada, inicie ações de divulgação institucional, onde o nome é fortalecido.

Se ela não tiver sido bem pensada, ou se você está agora acabando de abrir uma empresa e está no momento de escolher a marca, tome alguns cuidados.

O nome. Nomes com uma só palavra, ou de duas palavras, e que sejam bons são raros. O número de palavras é finito em qualquer língua, e milhões e milhões de pessoas estão escolhendo nomes para criar um site, o que, no caso de uma empresa, costuma ser o nome da própria empresa. Portanto, rapidamente alinhe os nomes que tenham conexão com o que você faz. E se não puder ser assim especifico, escolha um nome que soe bem, que tenha poucas palavras - uma ou duas - e decida quanto vai investir para fortalecer este nome na mente do seu público.

O idioma. Você pode criar o nome em outro idioma desde que sejam palavras bem conhecidas como OK ou algo assim. No entanto, apenas aposte em outra língua se o seu público tiver educação média ou superior. Se for um produto para a maior parte da população, procure palavras em sua própria língua.

A logomarca. A grafia de um nome pode ser extremamente expressiva. Se não for por esta linha, e quiser colocar uma imagem, procure algo de sentido rápido, que ajude seu nome a ser memorizado. Da mesma forma que o nome deve ter uma ou duas palavras, a logomarca deve ser o mais sintética possível na imagem criada.

Pesquisa. Antes de escolher e definir, pesquise no google para verificar se não há alguém que já colocou o nome na empresa, e depois no registro.br para ver se não foi registrado um site com o nome da empresa. Se estiver usando um editor de site como o SitePx, ele já informa se o nome está disponível no registro.br.

Quando um bebê vai nascer, os pais, a família, os amigos, todos se juntam a procurar os nomes. Se necessário ative também as pessoas à sua volta para colaborarem. Alguns fazem até concursos! É uma forma de, já de saída, ficar conhecido. Voltando ao assunto: assim como os pais investem horas procurando um nome para o seu bebê que vai chegar, tome um bom tempo para criar uma marca que você destinará a ser o seu tesouro.

Imagem: © Beowulf Sheehan/Corbis

 

 

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Pinterest: um convite a sua vitrine de produtos ou serviços

Publicado por Marílvia Oliveira em 03/06/2013 às 09h34

Desde que o Pinterest começou, me apaixonei. Impressionante como há imagens lindas no mundo – jardins de casas, plantas, rios cheios de vida, montanhas, planícies, pessoas felizes, cores, geografias diversificadas, enfim, momentos de pleno prazer estético. Hoje, aquela rede social evoluiu e começou a abrir um canal para os negócios e vale a pena estar lá.

Vou falar em termos práticos para você que tem empresa de serviços ou produtos, quaisquer que sejam. Primeiro, entre no Pinterest ou, se já está la, converta sua presença pessoal para sua presença como business, colocando a logomarca e definindo o que sua empresa faz. Nesta definição, dê ênfase aos componentes abstratos de seus produtos ou serviços, pois estará lidando com imagens mais do que com descritivos concretos. Indique também seu site. Ao criar um site você deve ter escolhido um editor de sites que lhe permita já criar link direto de seus textos e imagens para o Pinterest, entre outras redes sociais.

Proceda à verificação de seu site. O site é bem claro e simples sobre este aspecto. Se tiver alguma dificuldade, peça ajuda de seu editor de sites para poder inserir uma metatag ou arquivo para permitir a verificação.

Logo abaixo do seu nome, clique em Analytics para inserir uma ferramenta métrica e poder entender o que está acontecendo em sua página no Pinterest, e em seus painéis. Você estará vendo quantas pessoas estão entrando no Pinterest a partir de seu website, vendo seus painéis, curtindo seus pins e clicando em seu conteúdo. Veja o que está sendo mais forte em seu conteúdo e invista nisso.

Se você tem uma consultoria de estilo e marketing pessoal, crie painéis que tenham a ver com o que você constrói com as pessoas: painéis sobre escritórios, painéis sobre roupas para trabalho, painéis sobre objetos que usa profissionalmente como computadores, telefones, mesas de trabalho e assim por diante. Este é apenas um exemplo mas lhe dá uma idéia de como transformar seu negócio abstrato – estilo e marketing pessoal – em coisas concretas que sinalizam para o que é um indivíduo criativo, bem sucedido, elegante.

Pinterest, com facilidade, se transforma em uma vitrine sedutora – do que você faz, de seus valores, de seus resultados e do que você acredita ser belo e bom no mundo.

Leia também: Criar Sites e Blogs

Imagem: © Paul Souders/WorldFoto, 6836 16th Ave NE, Sea/Corbis

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Atire sua flecha um pouco mais longe

Publicado por Marilvia Oliveira em 23/05/2013 às 16h12

Abrir uma empresa não é o único movimento empreendedor existente. Há profissionais que dão grandes saltos em suas carreiras – e isto tem caráter empreendedor porque em geral, nas carreiras, andamos por pequenos passos embora em movimento cadenciado para cima.

É o caso de uma reportagem que leio agora no itweb sobre Otavio Lazarini. Aos 28 anos, ele é chamado para conduzir uma empresa brasileira, que havia sido adquirida por uma norte-americana - Westcon. Na reportagem, ele fala que a empresa na época faturava R$ 10 milhões/ano e agora está para atingir 1 bilhão de reais. Que salto, hein! Estamos falando de 15 anos aproximadamente.

No âmbito das empresas brasileiras, é salto empreendedor as viagens que brasileiros tem feito ao exterior para trazer marcas para cá e desenvolvê-las. Também é salto empreendedor quando empresas que se preparam para, devidamente organizadas sob normas legais, procedimentos internos e controles, criar compliance necessário para que empresas estrangeiras nelas apostem e invistam – ou mesmo as comprem.

É bom ver um salto empreendedor que anda agora acontecendo – empresas vão ao exterior comprar mercado, para se instalarem fora de nossas fronteiras. Isto significa que o empreendedorismo, que sempre foi uma característica dos brasileiros, reconhecida por institutos de pesquisas e consultorias renomadas, atingiu este grau de maturidade.

Por que estes comentários? Porque quando uma pessoa decide, no Brasil, abrir uma empresa, é importante ela divisar os vários horizontes possíveis de crescimento e já exercite o jogo das parcerias, que é o nome do jogo hoje em dia, quando o tema é empreendedorismo. Pensar em vencer sozinho é difícil e pode fazer perder muito tempo. Atire sua flecha um pouco mais longe.

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Empreendedores: mente aberta, agilidade, atenção ao espírito

Publicado por Marílvia Oliveira em 01/05/2013 às 22h47

Conversava na semana passada com um empreendedor que, no interior de São Paulo, deixou marcas importantes no mundo das usinas de açúcar e álcool. Hoje, é considerado um expert na área e tem em seu histórico excelentes projetos. De onde ele teria tirado tanta energia para dar tantos passos, múltiplos, em um universo tão difícil e complexo?

Para tantos, abrir uma empresa é um grande passo, e nem todos conseguem dar. Criar um site às vezes é até um passo que nunca se dá. Agir no mundo do empreendedorismo é saber saltar no escuro e ter intuição para cair no lugar certo, na hora certa. Não é para todos.

Empreendedores são seres energéticos e sabem dar o salto na hora H. Mas, além da energia e de  uma coragem inusitada para se lançar no escuro, um pouco vem de sua abertura mental para o mundo. Este homem com quem falava na semana passada é um lutador de kendô, a arte marcial japonesa que veio das técnicas de combate com espadas dos samurais, no Japão. Como, em seu ritmo de vida agitado, ele encontra tempo para esta arte? Se você conversa com ele sobre o kendô, vai ver que ele tem conhecimento – ou seja, além de lutar, estuda o que aprende.

Se isso já não fosse um diferencial, ele está fazendo um outro estudo, na linha da filosofia, da teologia. Ele tem 30 anos? Não. Já tem mais idade. E no entanto se mantém flexível, atento, curioso, com a mente aberta para o mundo, e com uma atenção flexível e criativa para a realidade à sua volta.

Este é um perfil de um empreendedor. Vale a pena estudá-lo para sentir como ele transita por este mundo múltiplo com facilidade, desenvolvendo, como se espera no kendô, também o espírito. Seguem trechos sobre a Filosofia do Kendô, no Manual do Kendô, para compreendermos o caminho deste empreendedor:

Modelar mente e corpo, desenvolver um

espírito vigoroso e através de adestramento

enérgico e apropriado...

Destacar-se no apreço da honra e cortesia

humana, associando-se aos demais com

sinceridade, e dedicando-se incansavelmente

ao aperfeiçoamento de si mesmo.

Desta forma estará um indivíduo apto a

reverenciar a própria pátria e seu povo,

concorrer para a consolidação da cultura

e promover a paz e a prosperidade no seio

das nações.

...

Mediante rigoroso treinamento em Kendo

o praticante capacita seu corpo e o espírito,

desenvolve uma forte consciência, aprende

a tratar apropriadamente seus semelhantes,

a julgar a verdade, a cultivar a sinceridade,

a dedicar-se com ardor constante ao autoaperfeiçoamento,

a amar a comunidade e o povo e a contribuir para a paz

e a prosperidade da humanidade.

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Redes sociais informam órgãos públicos e população

Publicado por Marílvia Oliveira em 19/04/2013 às 18h30


Haddad, o novo prefeito de São Paulo lançou o @saopaulo_agora, para que as pessoas saibam e informem as principais ocorrências da cidade. O Prefeito disse ter se inspirado no Canadá onde viveu, e onde a população é alertada sobre tudo que ocorre na cidade e como proceder. 

Exemplo: 

#Sé Manifestação (passeata) interdita r. da Consolação sentido centro, altura da Dona Antônia de Queiroz (CET) #spagora

Registre aí no seu celular, principalmente se você decidiu abrir empresa com um negócio onde transita muito pela cidade.

No mesmo dia em que o Prefeito era entrevistado pela Bandeirantes comentando sobre o twitter  @saopaulo_agora, lhe foi entregue mais de 1200 ocorrências de buracos mapeados na cidade, tarefa informativa da rádio Bandeirantes feita com base em testemunhos, identificados, de seus ouvintes, moradores da cidade.

Este mapa poderia ser colocado em um hotsite e se receberia sinalização de buracos resolvidos, o que seria transmitido ainda por twitter para quem quisesse saber ou para quem escreveu para a Bandeirantes.

Atrás destes movimentos, está uma educação para uso das redes sociais de maneira inteligente e que facilite a nossa vida, pela agilidade de sua comunicação e presteza de serviço.

Considere o tema para seu negócio ou site. Se você pensa que tuiteiros ainda ficam enviando mensagens do tipo "vou comer macarronada agora", você ainda não se informou sobre o que realmente está rolando entre usuários experientes. Até o Papa tem seu twitter: @Pontífice.

Imagem Buracômetro - Band News FM

 

 

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